domingo, 8 de janeiro de 2012

New year, new life!!!

Good afternoon, everybody...

     Depois de muito tempo sem postar nada, o caro lord inglês que vos fala resolve postar novamente. Uma das causas da minha ausência no meu blog é justamente a crise européia, que deixou não somente a mim, mas muitos países esquentando a  cabeça. Mas, deu tempo de, pelo menos, comprar os presentes do amigo e inimigo secreto. Aí vamos nós...
     Para o meu amigo secreto, como é uma pessoa que gosta muito de esconder seu rosto com uma máscara (nunca se sabe com que propósito), resolvi dar outra máscara pra ele (ele só usa uma mesma mesmo). É uma bem diferente (talvez as moças do harém dele gostem). Ah, o presente vem com bônus, já que ele é de maior mesmo...kkkk



      Agora, para o meu inimigo secreto, é um caro amigo que gosta de pasta, mulheres, gatos e mais pasta. Seu passatempo favorito é importunar acompanhar um certo alemão em suas atividades diárias. Como uma das coisas que esse italiano gosta é justamente comida, resolvi apresentar um outro cardápio pra ele (só sabe comer massas mesmo). Primeiro, um cartão livre presente para usar por um mês inteiro comendo McDonnald's (vamos combinar né, o Alfred tem um gosto "muito bom" de comida) e um livro da Dona Benta, que é bem famosa no Brasil, pra ensinar outras coisas sem ser pizza ou macarrão para ele cozinhar.



     Como ouvi dizer uma vez de uma senhora na fila do supermercado em Londres: pega-se um partido pela barriga. Boa sorte com o alemão!
     Mas, a primeira "aventura" de 2012 vou ter que contar. Estava eu no sábado a tarde, quietinho, na minha casa, quando recebo uma ligação do compulsivo comedor de hamburguers. Isso mesmo, o América.
     - Hello, Igirisu! Vamos fazer um jantar na sua casa?
     - Como assim um jantar, Alfred? São quatro horas da tarde, ainda está cedo pra alguma coisa.
     - Mas você topa ou não?
     - Quantas pessoas vão neste "jantar"?
     - Supresa! - Disse um irritantemente alegre Alfred. - Mas eu que quero preparar algo.
     - Por quê esse súbito interesse de cozinhar? Você nunca foi disso.
     - Mas eu quero instruções de quem sabe. E quero comprar as coisas. Você vai no mercado comigo, não é? - "Peraê, ele disse que eu sei cozinhar? Para o trem que quero descer!".
     - Ok, que horas você passa aqui? - Desconfiando ainda do que ele vai aprontar, é claro.
     - Agora! - E escuto uma buzina bem em frente de casa.  "Não acredito que ele já estava aqui!".
     Desliguei o telefone e foi até a porta, quando abri, dei de cara com um America sorridente.
     - Vamos! - Disse ele animado.
     Fui dando as direções para ele de um supermercado aqui em Londres, mas, vocês sabem que eu e America dentro de um carro a coisa não fica muito legal. 


      Chegamos ao tal supermercado brigando e entramos no local de cara amarrada. Até que peguei o carrinho e...


     Acreditem se quiser, o Alfred fez isso. E foi colocando as mercadorias dentro, como se fosse criança. Já estava desconfiando que ele estava pirando de vez, quando ele começou a colocar bobageiras dentro do carrinho com ele dentro. Aí tive certeza. Porém, quando fui ao caixa, ele pagou a conta. Já estava desconfiando onde iria dar aquilo, e na volta, insisti para que eu dirigisse o carro. Por incrível que pareça ele ficou quietinho no banco do passageiro chupando pirulito, parecendo criança.


     Ele estranhamente estava obediente e me ajudou na cozinha, ao preparar as coisas. Por mais que eu insistisse, Alfred não dizia quem iria para o jantar. Até que, quando a campainha tocou, não fiquei surpreso ao ver França e Canadá na porta.
     - Al...freee...ddd... nos conviddou... - Disse um envergonhado Canadá.
     Bem, pelo menos ele não estava no modo invisível. Francis estava pirracento do mesmo jeito, reclamando da minha comida, mas ele teve que calar a boca quando falei que o America é quem estava como chefe hoje, eu apenas estava ajudando (mentira). O que não ajudou muito, porque ele continuou a falar mal da comida do mesmo jeito e o Alfred, um pouco estourado (não sei porquê), enfiou um scone na goela do francês.


     Apesar dos maus entendidos, o jantar foi agradável. Eu e o Francis não nos matamos, Canadá não desapareceu e America tinha controlado seu ego anormal. Pelo menos pra mim lembrou os velhos tempos em que os dois rapazes mais novos ainda eram colonias. Nostálgico, divertido, mas triste. Compreendi o que o America queria naquele sábado. Ele queria uma família e, por mais que não tenhamos pais, nós éramos o que era mais próximo de uma família para o rapaz do outro lado do Atlântico. E, por mais difícil que seja admitir isso, ele também era, para mim, pelo menos.
     Encerro o post de hoje.

See you soon.

[Offa: FINALMENTE!!! E tirando a poeira do blog. Mas ainda estou sem internet - publicando com a internet da casa de meus pais, então não vai dar para eu  visitar todos os blogs, me perdoem. Gosto de visitá-los e comentar, mas minha vida está bem corrida. Até eu estabilizar vai levar algum tempo. Espero que gostem do post, não tinha quase nada de idéias, mas as fanarts me ajudaram desta vez. FELIZ ANO NOVO!!!]