segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Domingo dia de...Frigideira a solta!

Boa noite, pessoal...

     Meu computador deu um probleminha e, já que fui visitar o Kiku na casa do Artie, o Igirisu me emprestou o notebook dele. Tenho que comunicar um fato que ocorreu ontem. Todos devem estar se perguntando: "Como, Kiku está na casa do Artie?". Eu vos explicarei, mas resumindo tudo: a casa do Nihon foi demolida por um EVA. Querem saber da história? Vou contar desde o início.
     Lá na Grécia antiga (er, desculpa, fui muito longe)...Domingo, dia cinco de dezembro de 2010, estava indo para casa do China (porque o Rode me trocou pelo bastardo do Gilbo não sei porquê Ç_Ç) e estava afim de descontar minha raiva em alguém (ou vários, se tivesse oportunidade). Estava munida das minhas duas armas poderosas: minha câmera fotográfica e minha frigideira. Logo que bati na porta da casa do Yao, escutei um grito ao fundo pedindo socorro e preparei minha frigideira.


     Entrei na casa e encontrei Yao com Feliciano não lembro fazendo o quê, porque passei correndo na direção do grito de socorro. Primeiro fui no quarto, mas não encontrei nada. Escutei o barulho do chuveiro e fui lá também. Cheguei lá só tinha o Yao escovando os dentes e Feliciano tomando banho e quando olhei para o corredor, vi Denmark e Império Otomano correndo atrás do Nihon (sim, a voz pedindo socorro era dele). Escutei o barulho de um carro arrancando e, seguindo Denmark e Império Otomano, eles entraram em um outro carro. Não iria perder uma oportunidade de yaoi, já que descobri por informantes secretos que eles estavam casados, e consegui me esconder no banco de trás do carro enquanto eles arrancavam atrás do Nihon.  (Como consegui entrar no banco de trás? Técnica ninja, quando você perceber será tarde demais).

     Quando o carro parou, os dois começaram uma conversa romântica e, lógico, flagrei eles no amasso e minha câmera falou por si mesmo (me denunciando também =.=). Império Otomano perguntou-me: 
     -Ei, eu te conheço?
     -Não.
     Mas não demorou tanto quanto gostaria (para poder tirar mais fotos) e os dois saíram do carro. Saí logo depois e corri para dentro da casa do Nihon. Estava muito estranha, cheia de segurança e EVAs por todo o lado. Conseguia desviar das armadilhas com facilidade (Kiku, vc precisa rever seu sistema de segurança), até chegar na porta do quarto do Kiku, que estava cheia de faixas tipo "Não entre", uma barreira de força e Denmark tentando destruí-la.
     - Ajude-me, Hungria, não consigo destruir esta barreira de força.
     - Deixe o Kiku em paz. - não estava entendendo porque estava fazendo isso, mas eu tinha certeza que acidentalmente estava ali para salvá-lo dos dois.
     - Você não tem nada a ver com isso, Hungria. Preciso ver meu filho.
     - Kiku não é filho de vocês. - e tinha planos para o "filho" deles quando aquela bagunça acabasse.


     E nisso começamos a lutar. Ele, armado com seu machado, eu, com minha fiel frigideira. Denmark era um ótimo lutador, mas eu também sou muito boa. Durante o embate, ele começou a me chamar de mulher macha, aquelas borrachas sem sentido e preconceituosas de sempre, então eu falei:
     - Império Otomano tem um Harém e pode trocar você por ele.

     Quando ele iria me atacar com sua fúria nórdica, tudo começou a desmoronar. O sistema de defesa do Kiku foi quebrado. Depois de muita bagunça, consegui sair dos escombros e comecei a procurar Honda. Encontrei sob a sua cama com alguns escombros em cima. Estava desacordado e comecei a retirá-lo com cuidado. Em cima dos escombros, o EVA responsável estava deitado, inutilizável. Apareceram o Império Otomano e Denmark, todos salvos dos escombros e doidos para retirarem o Kiku de meus braços. Os dois começaram a discutir alguma coisa, enquanto eu tentava reanimar o Kiku. Império Otomano resolveu me atacar e tentar arrancar o Kiku de mim, mas fui mais rápida e corri até o carro deles que, por descuido do casal nada romântico, estava com a chave na ignição.
     Kiku acordou no carro e me agradeceu por salvá-lo. Estava prometendo me entregar uma coleção de mangás yaoi fresquinhos para eu ler (weeeeeeee, finalmente ganhei alguma coisa neste domingo atrapalhado :D). Mas não deu tempo de ele me entregar a recompensa porque, percebi, pelo retrovisor, que um carro cor de rosa com o recém casal lá dentro seguindo a gente numa velocidade absurdamente rápida e logo nos emparelhamos. Ficamos neste raxa até o Império Romano pegar sua cimitarra e cortar o nosso carro ao meio (ou melhor, o carro deles...kkkkkkkkkkk). Kiku viu uma praia próxima, colocou-me no seu colo (RODE, VC DEVIA SEGUIR O EXEMPLO DO KIKU EM DESDE FICAR COM AQUELE DONO DO PINTINHO RIDÍCULO) e pôs se a correr em direção a praia, me carregando. A idéia dele era tentar refúgio com o Rei da Atlântida (que não era o Paul - que descanse em paz). 

     Logo os dois patetas estavam nos seguindo e, quando pulamos na água e estávamos quase chegando lá, Denmark consegui pegar Kiku e, conseqüentemente, eu e acabamos na superfície. Seguiu-se uma discussão entre Denmark, Kiku, Império Otomano e até eu paguei de intrometida. No fim, quando estávamos na praia e Denmark insistia ainda na história do Kiku ser filho daqueles dois (que sinceramente, acho que eles fumaram algumas ervas, no mínimo) e já estava cansada daquela história. Mesmo com Kiku insistindo o contrário, Denmark tentou avançar nele e, bem, dei uma bela frigideirada nas regiões vitais do viking. Eu e Kiku saímos a lá Francis Bonnefoy enquanto escutávamos os gritos de Denmark e as risadas e reclamações de Império Otomano. Quando já estávamos suficientemente longe, Kiku me deu a recompensa (mais idéias mirabolantes para as minhas montagens no meu pc *aura malígna*). Sugeri levá-lo até a casa do Artie, mas ele quis que fôssemos à casa do Yao primeiro, já que, de certa forma, sentia-se culpado pela bagunça na casa do China (onde passei muito rápido para ver o que houve). 


     Chegando lá, fomos convidados a tomar chá e comer panquecas com maple syrup (o Amer...Canadá estava lá). Estava gostoso, mas, digamos, aquele maple syrup estava avermelhado demais para ser "normal". Estávamos com suspeita de Amer...Canadá ter virado um vampiro, já que ele quebrou uma xícara de chá do Yao e se cortou nos cacos, lambendo o ferimento. Rosa Kirkland apareceu (sabe lá como, aparatando?!) e falou que ele poderia ser uma fada, porque ele brilhava exposto ao sol. Mas discutimos muito sobre o que Canadá poderia ser, até eu ser interrompida pela ligação do Austria, pedindo para eu dar um jeito do Prússia (porque sempre estou certa em certas situações?!). Saí rápido para casa do meu amor (não é porque ele tinha me trocado com aquela aberração da natureza, que não vou deixar de amá-lo, né?!).
     Cheguei na casa do Rode e dei as paneladas básicas para tocar o Gilbo para fora. Depois de exterminada a praga, Rode preparou-me um jantar especial e passamos a noite só nós dois. Até que não foi ruim, afinal de contas, ganhei uma coleção de mangás yaoi e tive uma noite especial com meu Rode.



     Ah, e o Artie pediu para eu mostrar o presente do Tino, já que hoje é o aniversário dele. (Já mandou pelo correio, então deve chegar logo para você).

As pantufas é para você brincar com Sealand sem congelar os pés e a blusa para se manter quentinho neste inverno.

     Obrigada à todos pela atenção e principalmente ao Artie, por emprestar o pc.

Até mais...

Ps - Tenho uma outra missão: fazer esses dois velhos amigos se aproximarem mais (yaoi, yaoi, yaoi). 


[Off: Desculpem-me pelos erros de português e de enredo, encaixei melhor o que eu lembrei de ontem. E pela falta de fotos mais de acordo com os acontecimentos - pobre de fotos do Império Otomano e do Denmark/apanha]

4 comentários:

  1. Ontem realmente foi um dia confuso -.-'
    Arigatou por me salvar, Elizabeta-san ^^
    Que bom que Arthur-san pode deixar eu ficar aqui por um tempo até a reforma da casa acabar.

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  2. Obrigado pelos presentes, Artie! *-* moi moi

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  3. Parece que você conseguiu no fim por ordem nas coisas, pelo menos isso.

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  4. Feli: Ve~ Foi bem confuso mesmo, eu fiquei até chibi numa hora |D

    Ve~ Ainda bem que você arrumou tudo no final |D

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